segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Recuperação, Superliga e Ipanema

Como está, pelo menos fisicamente, fora da disputa do título inédito do Campeonato Mundial, que começara ainda neste mês no Japão, a ponteira Mari tem buscado estímulo para encarar o processo de recuperação de cirurgia do joelho direito ao se fixar em um objetivo: estar em forma para entrar em quadra e defender a Unilever, sua nova equipe na temporada 2010/2011, no início de fevereiro, na Superliga Feminina de Vôlei.


Há um mês, Mari foi operada por causa de uma ruptura do ligamento cruzado anterior do joelho e iniciou sua recuperação no Aryzão, o Centro de Desenvolvimento do Vôlei, em Saquarema, onde está concentrada com a seleção brasileira.

Na última semana, Mari, que aproveitou sua folga para participar de uma sessão de fotos com a equipe Unilever, disse estar muito satisfeita com o processo de recuperação da cirurgia."A minha expectativa para a temporada na Unilever é a melhor possível. É inevitável, não poderei jogar no início da Superliga, mas quero voltar no começo de fevereiro e ainda contribuir com o time. Estou em um momento de reaprender a andar. E olha que é bem difícil, viu", brinca.

Além de musculação leve, Mari faz fisioterapia, exercícios funcionais e coloca gelo no joelho operado cerca de seis vezes ao dia. No dia 20, quando a seleção embarca para o Japão, Mari dará prosseguimento ao seu tratamento com a equipe de fisioterapia da Unilever, no Rio de Janeiro.

"Os exercícios funcionais são importantes para recuperar a memória de marcha. É tudo estranho... Você sente a perna dura, o joelho preso, encurtado. É realmente um processo de aprendizagem", acrescenta a jogadora, que, no Rio, vai morar em Ipanema, na zona sul. "Estou encantada com o bairro. É o melhor em que já morei até hoje. Resolvo a minha vida toda por lá", conta.

Mari, que há seis anos defende a seleção brasileira, diz que está acostumada a se integrar aos grupos para a temporada de clubes sempre um pouco depois do restante das jogadoras. "Sou boa de interagir. Na Unilever, estou sendo muito bem recebida. O grupo é simpático, alegre", comenta.

Sobre o Mundial, Mari não esconde a tristeza de ficar fora de um momento tão importante para o esporte. "É o título que falta para o vôlei feminino e queria dar a minha contribuição. Um pedaço de mim vai estar lá, não tenho dúvida."

Com informações da Assessoria de Imprensa da Unilever

Um comentário:

Bruno Gerhard disse...

Olá Camila!
Parabéns pelo Blog. Muito bom! Estava atrás de algumas notícias que só achei aqui!
Tenhop um blog de vôlei também.
Mandei um email para o arquibancadadovolei@gmail.com em busca de parceria.
Valeu!